O processo de alteração da rede TDT não vai abranger a totalidade dos utilizadores de TDT, uma vez que alguns já estão sintonizados em emissores que não vão ser alterados. Assim, estima-se que as alterações não terão qualquer impacto em cerca de 30% a 40% dos utilizadores, designadamente nos utilizadores que já estão a utilizar os canais radioelétricos 40, 42, 45, 46, 47 e 48, correspondentes a frequências sub-700 MHz, uma vez que esses canais se vão manter em utilização. Os utilizadores impactados, cerca de 60% a 70%, de acordo com a mesma estimativa, serão aqueles que estão atualmente a usar os canais radioelétricos 49, 54, 55 ou 56, correspondentes a frequências acima dos 700 MHz. Apenas estes terão de proceder à ressintonia dos seus equipamentos recetores, não sendo necessária a aquisição de novos equipamentos recetores nem a reorientação das respetivas antenas de receção. O serviço de televisão gratuita continua a ser fornecido pela MEO, não sendo necessário contratar serviços de subscrição de televisão (pagos) com qualquer operador. A MEO remeteu à ANACOM um planeamento detalhado da ressintonia dos emissores da rede de TDT. O processo de migração nacional para as novas frequências da rede de TDT teve início a 7 de fevereiro de 2020, com a ressintonia do emissor de Sines, continuando no sul do país e seguindo para norte, terminando nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira. Estas alterações, suspensas a 13 de março devido aos constrangimentos associados à pandemia de COVID-19, foram retomadas a 12 de agosto. As novas frequências da rede de TDT e o faseamento da migração constam no seguinte mapa de operacionalização: